A Rede CDI é formada por CDIs Regionais e Internacionais, cujas atividades são acompanhadas e coordenadas pelo CDI Matriz, localizado no Rio de Janeiro, cidade onde a organização nasceu.
        Atualmente, há escritórios em quase todos os estados do Brasil, em diversos países da América Latina, na África do Sul e EUA. Estes comitês possuem autonomia administrativa e reproduzem a proposta pedagógica desenvolvida pelo CDI Matriz, com a participação da Rede. (leia mais)
        O ônibus da inclusão digital permanece em cada bairro por duas semanas onde é aplicado curso de informática à população voltaredondense.
        Os cursos são de Introdução e noção à informática, Word, Excel e Internet.
        Confira os bairros por onde o ônibus da inclusão passará, clicando aqui.

Dicas

A Boa Educação Deve Visar a Felicidade do Homem.

        A educação do homem deve ser capaz de mostrar que o progresso (para se encaixar no seu momento, estude essa palavra) pode ser atingido pela estrada da felicidade e não apenas através dos caminhos da dor e do sofrimento.

A Qualidade da Educação Tecnológica.

        A educação de boa qualidade não precisa de muitos recursos de tecnologia, embora eles sejam bem-vindos.

        Quem estiver excluído do domínio do emprego da Informática e da Internet é como se estivesse sendo atirado numa máquina do tempo de volta à idade da pedra. Bem-vinda a tecnologia da memória do computador, que pode substituir a nossa para coisa sem tanta importância para a qualidade da vida humana, pois armazenar ou multiplicar informações, não significa decidir o que fazer com elas ou com os conhecimentos.

        Educação de qualidade pode ser conseguida de forma simples, fácil de ser aplicada e gratuita. Ela deve ajudar as pessoas a conquistarem qualidades humanas, saúde, paz íntima, bem-estar, e a criar relações humanas benéficas para todos; alguns consideram não ideais, mas apenas mais corretas para o momento.

        Educação de qualidade é plantio que não fica sem colheita. Ela deve ser capaz de engajar todas as pessoas no processo educativo descartando os profissionais da educação incompetentes. Não importa qual seja nossa profissão ou tarefa de vida, é preciso que os conceitos de educação humana sejam redefinidos, estudados, discutidos e aplicados, pois tudo o que um dia fizermos ou deixarmos de fazer sobre educação, breve colheremos os frutos doces ou amargos.

        A nação que não investir na educação de seu povo, como verdadeiros seres humanos, apresentará desigualdades sociais intensas que, mais dia, menos dia, vão gerar violência, medo, revolta, convulsão social... Bem-vindas, quando necessárias, as revoluções íntimas, os conhecimentos e a tecnologia de ponta.

        Podemos medir a qualidade da educação e da evolução de um povo usando critérios. A qualidade é boa quando não se constroem mais cadeias ou presídios, há diminuição ou até fechamento de hospitais e manicômios, aumenta o número das escolas, preserva-se o meio ambiente, cresce o número de parques e jardins bem conservados, diminui a qualidade de lixo urbano e as más noticias são apenas externas...

Palavras de Alexandre Marcos dos Santos

Coordenador e Educador de Informática

 

O que é Cidadania 

        A origem da palavra cidadania vem do latim “civitas”, que quer dizer cidade. A palavra cidadania foi usada na Roma antiga para indicar a situação política de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer.

        “A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.

        No Brasil, estamos gestando a nossa cidadania. Damos passos importantes com o processo de redemocratização e a Constituição de 1988. Mas, muito temos que andar. Ainda predomina uma visão reducionista da cidadania (votar, e de forma obrigatória, pagar os impostos... ou seja, fazer coisas que nos são impostas) e encontramos muitas barreiras culturais e históricas para a vivência da cidadania. Somos filhos e filhas de uma nação nascida sob o signo da cruz e da espada, acostumados a apanhar calados, a dizer sempre “sim senho?, a "engolir sapos", a achar “normal” as injustiças, a termos um “jeitinho’ para tudo, a não levar a sério a coisa pública, a pensar que direitos são privilégios e exigi-los é ser boçal e metido, a pensar que Deus é brasileiro e se as coisas estão como estão é por vontade Dele.

        Os direitos que temos não nos foram conferidos, mas conquistados. Muitas vezes compreendemos os direitos como uma concessão, um favor de quem está em cima para os que estão em baixo. Contudo, a cidadania não nos é dada, ela é construída e conquistada a partir da nossa capacidade de organização, participação e intervenção social.

        A cidadania não surge do nada como um toque de mágica, nem tão pouco a simples conquista legal de alguns direitos significa a realização destes direitos. É necessário que o cidadão participe, seja ativo, faça valer os seus direitos.

        Construir cidadania é também construir novas relações e consciências. A cidadania é algo que não se aprende com os livros, mas com a convivência, na vida social e pública. É no convívio do dia-a-dia que exercitamos a nossa cidadania, através das relações que estabelecemos com os outros, com a coisa pública e o próprio meio ambiente. A cidadania deve ser perpassada por temáticas como a solidariedade, a democracia, os direitos humanos, a ecologia, a ética.

        A cidadania é tarefa que não termina. A cidadania não é como um dever de casa, onde faço a minha parte, apresento e pronto, acabou. Enquanto seres inacabados que somos, sempre estaremos buscando, descobrindo, criando e tomando consciência mais ampla dos direitos. Nunca poderemos chegar e entregar a tarefa pronta, pois novos desafios na vida social surgirão, demandando novas conquistas e, portanto, mais cidadania.

 

Empresa de Processamentos de Dados de Volta Redonda
Departamento de Desenvolvimento de Sistemas