Secretaria de Saúde intensifica vacinação contra hepatite B

 

 

 

 

     A Secretaria de Saúde de Volta Redonda (SMS/VR) intensifica no mês de julho a vacinação contra a hepatite B, disponível em todas as unidades de saúde (UBS e UBSF) da Rede de Atenção Básica do município, para qualquer pessoa, independente da idade, que ainda não tenha sido vacinada. A ação é uma das atividades alusivas ao Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, comemorado no dia 28 de julho, que também contará com a distribuição de cartazes e de materiais educativos abordando os sinais e sintomas da doença, assim como a sua prevenção e tratamento.

   “A vacinação contra a hepatite B já faz parte do calendário nacional de imunização. No entanto, com essa intensificação pretendemos estimular a vacinação nos mais variados públicos, principalmente nos jovens e nos grupos vulneráveis, que ainda não tenham sido vacinados”, informa a coordenadora do Setor de Epidemiologia da Secretaria, Flávia Diogo. A vacina é feita em três doses, sendo a segunda, trinta dias após a primeira, e a última dose 180 dias depois da primeira.

   “As pessoas que tenham feito somente uma ou duas das três doses da vacina, devem também procurar uma das unidades de saúde mais próximas da sua residência para atualização do seu esquema vacinal”, acrescenta Flávia Diogo, ressaltando que o Programa Nacional de Imunização recomenda a vacinação universal das crianças contra hepatite B. Quando não for aplicada na unidade neonatal, a vacina deve ser feita na primeira consulta ao serviço de saúde, podendo ser aplicada simultaneamente com a vacina BCG.

   Os hemofílicos, usuários de hemodiálise, gestantes, após o primeiro trimestre de gestação, portadores de outras doenças que implicam alto risco de transfusões de sangue ou utilização de produtos sanguíneos, profissionais de saúde, pessoas com comportamento sexual de risco, que mantêm relações sexuais sem o uso de preservativo, portadores de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), manicures, pedicures e podólogos, entre outros, integram os grupos vulneráveis priorizados para a vacinação contra a hepatite B.

   “Os efeitos colaterais da vacina são raros, porém os mais frequentes são dor local, febre, enduração e fadiga. A ocorrência de reação anafilática até duas horas após a aplicação de dose anterior é o que contra indica o prosseguimento do esquema vacinal”, avalia Flávia Diogo. A vacinação é uma das medidas de prevenção da doença que também inclui o uso de preservativo em todas as relações sexuais, a exigência de materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e de piercings, além do não compartilhamento de escova de dentes, instrumentos de  manicure e pedicure, também de lâminas de barbear ou de depilar e de agulhas e seringas. 

HEPATITE B – É uma doença que se caracteriza pela inflamação do fígado devido à infecção pelo vírus da hepatite B (HBV) que pode ser transmitido pelo contato com o sangue, sêmen, fluidos vaginais e outros fluidos corporais de alguém que já tem a infecção por hepatite B. A doença acomete entre 350 e 500 milhões de pessoas em todo o mundo. Suas manifestações clínicas variam de infecção sem que haja a manifestação da doença com cura sem sequelas à cirrose e câncer hepáticos, podendo ainda causar hepatite aguda de vários graus de gravidade, infecção crônica sem manifestação (quando o paciente é portador) e hepatite crônica.

 

 

 

 

 

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